Olá!

Que bom ver você por aqui! Espero que você tenha chegado até aqui por gostar do meu trabalho. E se o motivo for esse, espero que você encontre aqui coisas interessantes que te inspirem e divirtam.

Saiba que durante muito tempo eu mesma não acreditei no meu trabalho. Na verdade, nem cogitava chamar o que eu fazia de trabalho.

Acontece que durante um bom tempo a minha vida não ia nada bem, vai chegar o momento certo de eu contar tudo a você, mas hoje não, porque hoje é dia de inauguração e é tempo de comemorar. Mas nesse tempo, eu me dediquei quase que obcecadamente ao artesanato.

Muito pra que o tempo passasse depressa, eu tecia e tecia. Mentalmente eu repetia “vai passar” enquanto a agulha trabalhava. E as dores foram mesmo passando, mas o artesanato, não.

O artesanato virou um amigo, que às vezes te abraça e consola e às vezes aborrece e enerva. Mas tava sempre ali. E esse amigo fiel me impulsionou pra frente, pra um lugar onde tudo se acertava e ficava bem. E agora que tá tudo bem, não posso abandoná-lo, né?!

Então decidi que deveria apresentá-lo a mais pessoas, falar sobre ele, dizer que ele é um cara legal… Quem sabe você não tá aí nesse momento de “e agora, o que que eu faço?” e ele pode, como quem não quer nada, te fazer companhia também?! O que eu quero aqui é puxar uma cadeira, fazer um café e bater um papo com você e meu amigo artesanato.

Inicialmente, a ideia era fazer um diário de descobertas. Daí eu pensei: poxa, diário é um trem tão secreto e segredo pra quê? Tem sempre um ponto novo, um material novo, uma nova técnica… e porque a gente não divide nossas experiências?!

Então fica assim, eu fico daqui com as minhas descobertas, você chega com as suas e a gente troca uma ideia. Pode ser?!

Pode entrar, fique a vontade!

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